quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

FOTO DAY # 25


O Natal chegou ao meu canto fotográfico...
E tinha que partilhar com vocês o meu espirito deste ano

BEIJOCAS 



terça-feira, 25 de setembro de 2012

FOTO DAY # 24


Um Paraíso em Sazes Velho - Serra Estrela Agosto 2012

Um sitio lindo para conhecer e desfrutar em plena paz e tranquilidade
Turismo Rural - Casa da Nascente



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

FOTO DAY# 23


MOTHER EARTH


Birds and butterflies
Rivers and mountains she creates
But you'll never know
The next move she'll make
You can try
But it is useless to ask why
Cannot control her
She goes her own way
She rules


Until the end of time
She gives and she takes
She rules
Until the end of time
She goes her own way


With every breath
And all the choices that we make
We are only passing through
On her way
I find my strength
Believing that your soul lives on
Until the end of time
I'll carry it with me


She rules
Until the end of time
She gives and she takes
She rules
Until the end of time
She goes her own way


Once you will know my dear
You don't have to fear
(You don't have to fear)
A new beginning
Always starts at the end
Once you will know my dear
You don't have to fear
Until the end of time
(Until the end of time)
Until the end of time
(Until the end of time)
Until the end of time
She goes her own way


She rules
Until the end of time
She gives and she takes
She rules
Until the end of time
Until the end of time
Until the end of time
She goes her own way

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

FOTO DAY # 22


ETERNITY


So little time.
Your crystal eyes gaze into mine.
A burning flame.
Forever dreaming, dreaming a lie.

Trapped inside enteral eyes.
Caressed by innocence
A sanctuary for your mind.

Born alone
Beneath pale sardonic skies.
One love. One life. One Sorrow.

I won't reproach myself this time.
A condemned man,
Granted a sweet reprieve.
A turn of fate
A genial twist of the knife.
Undying affection for life.




terça-feira, 21 de agosto de 2012

FOTO DAY # 21



How I needed you
How I grieve now you're gone
In my dreams I see you
I awake so alone
I know you didn't want to leave
Your heart yearned to stay
But the strength I always loved in you finally gave way
Somehow I knew you would leave me this way
Somehow I knew you could never stay
And in the early morning light
After a silent, peaceful night
You took my heart away and my being
In my dreams I can see you
I can tell you how I feel
In my dreams I can hold you
And it feels so real
I still feel the pain
I still feel your love
And somehow I knew you could never never stay
And somehow I knew you would leave me
And in the early morning light
After a silent, peaceful night
You took my heart away
Oh I wish, I wish you could have stayed

Anathema 
One Last Goodye


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

FOTO DAY # 20


Do esplendor da Serra do Açor avistamos uma aldeia Historica e cheia de magia pela suas casas de xisto e pela simplicidade que estão todas decoradas.
Amei conhecer esta pequena Aldeia e percorrer as suas ruelas estreitas e olhando e avistado cada pormenor de cada janela, porta, escada e flores, tudo ali cria magia para os visitantes, faz nos sentir pequeninos e algo tão belo
E que belo é Portugal

As casas são escuras,
de lousas no telhado,
ruelas apertadas,
um cão a olhar triste
e muito magoado.
Difícil o caminho,
sempre a descer.
Perigoso, talvez,
longínquo também,
mas a alegria
de ver tanta beleza
nos sustém.
Caras cansadas
pelo frio e suor
mostram a amargura
que têm de transpor.
Longe de tudo,
só contam com seus visitantes
que lhes expressam
palavras de gratidão
por haver em Portugal
uma aldeia tão bonita
perdida de solidão.

 maria josé costa


quarta-feira, 25 de julho de 2012

FOTO DAY # 19



O Segredo é Amar


O segredo é amar. Amar a Vida
com tudo o que há de bom e mau em nós.
Amar a hora breve e apetecida,
ouvir os sons em cada voz
e ver todos os céus em cada olhar.

Amar por mil razões e sem razão.
Amar, só por amar,
com os nervos, o sangue, o coração.
Viver em cada instante a eternidade
e ver, na própria sombra, claridade.

O segredo é amar, mas amar com prazer,
sem limites, fronteiras, horizonte.
Beber em cada fonte,
florir em cada flor,
nascer em cada ninho,
sorver a terra inteira como o vinho.

Amar o ramo em flor que há-de nascer,
de cada obscura, tímida raiz.
Amar em cada pedra, em cada ser,
S. Francisco de Assis.

Amar o tronco, a folha verde,
amar cada alegria, cada mágoa,
pois um beijo de amor jamais se perde
e cedo refloresce em pão, em água!

Fernanda de Castro, in "Trinta e Nove Poemas"



segunda-feira, 23 de julho de 2012

FOTO DAY # 18




SolidãoAproximo-me da noite 
o silêncio abre os seus panos escuros 
e as coisas escorrem 
por óleo frio e espesso 

Esta deveria ser a hora 
em que me recolheria 
como um poente 
no bater do teu peito 
mas a solidão 
entra pelos meus vidros 
e nas suas enlutadas mãos 
solto o meu delírio 

É então que surges 
com teus passos de menina 
os teus sonhos arrumados 
como duas tranças nas tuas costas 
guiando-me por corredores infinitos 
e regressando aos espelhos 
onde a vida te encarou 

Mas os ruídos da noite 
trazem a sua esponja silenciosa 
e sem luz e sem tinta 
o meu sonho resigna 

Longe 
os homens afundam-se 
com o caju que fermenta 
e a onda da madrugada 
demora-se de encontro 
às rochas do tempo 

Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"


terça-feira, 17 de julho de 2012

FOTO DAY # 17




SimplicidadeQueria, queria 
Ter a singeleza 
Das vidas sem alma 
E a lúcida calma 
Da matéria presa. 

Queria, queria 
Ser igual ao peixe 
Que livre nas águas 
Se mexe; 

Ser igual em som, 
Ser igual em graça 
Ao pássaro leve, 
Que esvoaça... 

Tudo isso eu queria! 
(Ser fraco é ser forte). 
Queria viver 
E depois morrer 
Sem nunca aprender 
A gostar da morte.    

Pedro Homem de Mello, in "Estrela Morta"



domingo, 15 de julho de 2012

FOTO DAY # 16



Não Fora o Mar!Não fora o mar, 
e eu seria feliz na minha rua, 
neste primeiro andar da minha casa 
a ver, de dia, o sol, de noite a lua, 
calada, quieta, sem um golpe de asa. 

Não fora o mar, 
e seriam contados os meus passos, 
tantos para viver, para morrer, 
tantos os movimentos dos meus braços, 
pequena angústia, pequeno prazer. 

Não fora o mar, 
e os seus sonhos seriam sem violência 
como irisadas bolas de sabão, 
efémero cristal, branca aparência, 
e o resto — pingos de água em minha mão. 

Não fora o mar, 
e este cruel desejo de aventura 
seria vaga música ao sol pôr 
nem sequer brasa viva, queimadura, 
pouco mais que o perfume duma flor. 

Não fora o mar 
e o longo apelo, o canto da sereia, 
apenas ilusão, miragem, 
breve canção, passo breve na areia, 
desejo balbuciante de viagem. 

Não fora o mar 
e, resignada, em vez de olhar os astros 
tudo o que é alto, inacessível, fundo, 
cimos, castelos, torres, nuvens, mastros, 
iria de olhos baixos pelo mundo. 

Não fora o mar 
e o meu canto seria flor e mel, 
asa de borboleta, rouxinol, 
e não rude halali, garra cruel, 
Águia Real que desafia o sol. 

Não fora o mar 
e este potro selvagem, sem arção, 
crinas ao vento, com arreio, 
meu altivo, indomável coração, 

Não fora o mar 
e comeria à mão, 
não fora o mar 
e aceitaria o freio. 

Fernanda de Castro, in "Trinta e Nove Poemas

quinta-feira, 12 de julho de 2012

FOTO DAY # 15




Branco e VermelhoA dor, forte e imprevista, 
Ferindo-me, imprevista, 
De branca e de imprevista 
Foi um deslumbramento, 
Que me endoidou a vista, 
Fez-me perder a vista, 
Fez-me fugir a vista, 
Num doce esvaimento. 
Como um deserto imenso, 
Branco deserto imenso, 
Resplandecente e imenso, 
Fez-se em redor de mim. 

Todo o meu ser, suspenso, 
Não sinto já, não penso, 
Pairo na luz, suspenso... 
Que delícia sem fim! 
Na inundação da luz 
Banhando os céus a flux, 
No êxtase da luz, 
Vejo passar, desfila 
(Seus pobres corpos nus 
Que a distancia reduz, 
Amesquinha e reduz 
No fundo da pupila) 
Na areia imensa e plana 
Ao longe a caravana 
Sem fim, a caravana 
Na linha do horizonte 
Da enorme dor humana, 
Da insigne dor humana... 
A inútil dor humana! 
Marcha, curvada a fronte. 
Até o chão, curvados, 
Exaustos e curvados, 
Vão um a um, curvados, 
Escravos condenados, 
No poente recortados, 
Em negro recortados, 
Magros, mesquinhos, vis. 
A cada golpe tremem 
Os que de medo tremem, 
E as pálpebras me tremem 
Quando o açoite vibra. 
Estala! e apenas gemem, 
Palidamente gemem, 

A cada golpe gemem, 
Que os desequilibra. 
Sob o açoite caem, 
A cada golpe caem, 
Erguem-se logo. Caem, 
Soergue-os o terror... 
Até que enfim desmaiem, 
Por uma vez desmaiem! 
Ei-los que enfim se esvaem, 
Vencida, enfim, a dor... 
E ali fiquem serenos, 
De costas e serenos. 
Beije-os a luz, serenos, 
Nas amplas frontes calmas. 
Ó céus claros e amenos, 
Doces jardins amenos, 
Onde se sofre menos, 
Onde dormem as almas! 
A dor, deserto imenso, 
Branco deserto imenso, 
Resplandecente e imenso, 
Foi um deslumbramento. 
Todo o meu ser suspenso, 
Não sinto já, não penso, 
Pairo na luz, suspenso 
Num doce esvaimento. 
Ó morte, vem depressa, 
Acorda, vem depressa, 
Acode-me depressa, 
Vem-me enxugar o suor, 
Que o estertor começa. 
É cumprir a promessa. 
Já o sonho começa... 
Tudo vermelho em flor... 

Camilo Pessanha, in 'Clepsidra'

quarta-feira, 11 de julho de 2012

FOTO DAY # 14



Perdi os Meus Fantásticos CastelosPerdi meus fantásticos castelos 
Como névoa distante que se esfuma... 
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los: 
Quebrei as minhas lanças uma a uma! 

Perdi minhas galeras entre os gelos 
Que se afundaram sobre um mar de bruma... 
- Tantos escolhos! Quem podia vê-los? – 
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma! 

Perdi a minha taça, o meu anel, 
A minha cota de aço, o meu corcel, 
Perdi meu elmo de ouro e pedrarias... 

Sobem-me aos lábios súplicas estranhas... 
Sobre o meu coração pesam montanhas... 
Olho assombrada as minhas mãos vazias... 

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"

quinta-feira, 5 de julho de 2012

FOTO DAY # 13




Tenho Tanto SentimentoTenho tanto sentimento 
Que é frequente persuadir-me 
De que sou sentimental, 
Mas reconheço, ao medir-me, 
Que tudo isso é pensamento, 
Que não senti afinal. 

Temos, todos que vivemos, 
Uma vida que é vivida 
E outra vida que é pensada, 
E a única vida que temos 
É essa que é dividida 
Entre a verdadeira e a errada. 

Qual porém é a verdadeira 
E qual errada, ninguém 
Nos saberá explicar; 
E vivemos de maneira 
Que a vida que a gente tem 
É a que tem que pensar. 

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

quarta-feira, 4 de julho de 2012

FOTO DAY# 12


Numa casa portuguesa fica bem,
pão e vinho sobre a mesa.
e se à porta humildemente bate alguém,
senta-se à mesa co'a gente.
Fica bem esta franqueza, fica bem,
que o povo nunca desmente.
A alegria da pobreza
está nesta grande riqueza
de dar, e ficar contente.
Quatro paredes caiadas,
um cheirinho à alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
um São José de azulejo,
mais o sol da primavera...
uma promessa de beijos...
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
No conforto pobrezinho do meu lar,
há fartura de carinho.
e a cortina da janela é o luar,
mais o sol que bate nela...
Basta pouco, poucochinho p'ra alegrar
uma existência singela...
É só amor, pão e vinho
e um caldo verde, verdinho
a fumegar na tigela.
Quatro paredes caiadas,
um cheirinho á alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
São José de azulejo
mais um sol de primavera...
uma promessa de beijos...
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!



quarta-feira, 27 de junho de 2012

FOTO DAY # 11




Retrato do Povo de Lisboa
É da torre mais alta do meu pranto 
que eu canto este meu sangue este meu povo. 
Dessa torre maior em que apenas sou grande 
por me cantar de novo. 

Cantar como quem despe a ganga da tristeza 
e põe a nu a espádua da saudade 
chama que nasce e cresce e morre acesa 
em plena liberdade. 

É da voz do meu povo uma criança 
seminua nas docas de Lisboa 
que eu ganho a minha voz 
caldo verde sem esperança 
laranja de humildade 
amarga lança 
até que a voz me doa. 

Mas nunca se dói só quem a cantar magoa 
dói-me o Tejo vazio dói-me a miséria 
apunhalada na garganta. 
Dói-me o sangue vencido a nódoa negra 
punhada no meu canto. 

Ary dos Santos, in 'Fotosgrafias'

quinta-feira, 21 de junho de 2012

FOTO DAY # 10



Alma Serena


Alma serena, a consciência pura,
assim eu quero a vida que me resta.
Saudade não é dor nem amargura,
dilui-se ao longe a derradeira festa.

Não me tentam as rotas da aventura,
agora sei que a minha estrada é esta:
difícil de subir, áspera e dura,
mas branca a urze, de oiro puro a giesta.

Assim meu canto fácil de entender,
como chuva a cair, planta a nascer,
como raiz na terra, água corrente.

Tão fácil o difícil verso obscuro!
Eu não canto, porém, atrás dum muro,
eu canto ao sol e para toda a gente.

Fernanda de Castro, in "Ronda das Horas Lentas"

segunda-feira, 18 de junho de 2012

FOTO DAY # 9



Lisboa


No bairro de Alfama os eléctricos amarelos cantavam nas
Subidas.
Havia duas prisões. Uma delas era para os gatunos.
Eles acenavam através das grades.
Eles gritavam. Eles queriam ser fotografados!

"Mas aqui", dizia o revisor e ria baixinho como um afectado
"aqui sentam-se os políticos". Eu vi a fachada, a fachada, a fachada
e em cima, a uma janela, um homem,
com um binóculo à frente dos olhos, espreitando
para além do mar.

A roupa pendia no azul. Os muros estavam quentes.
As moscas liam cartas microscópicas.
Seis anos depois, peguntei a uma dama de Lisboa:
Isto é real, ou fui eu que sonhei ?

Tomas Tranströmer

segunda-feira, 11 de junho de 2012

FOTO DAY # 8


LiberdadeAi que prazer 
Não cumprir um dever, 
Ter um livro para ler 
E não fazer! 
Ler é maçada, 
Estudar é nada. 
Sol doira 
Sem literatura 
O rio corre, bem ou mal, 
Sem edição original. 
E a brisa, essa, 
De tão naturalmente matinal, 
Como o tempo não tem pressa... 

Livros são papéis pintados com tinta. 
Estudar é uma coisa em que está indistinta 
A distinção entre nada e coisa nenhuma. 

Quanto é melhor, quanto há bruma, 
Esperar por D.Sebastião, 
Quer venha ou não! 

Grande é a poesia, a bondade e as danças... 
Mas o melhor do mundo são as crianças, 

Flores, música, o luar, e o sol, que peca 
Só quando, em vez de criar, seca. 

Mais que isto 
É Jesus Cristo, 
Que não sabia nada de finanças 
Nem consta que tivesse biblioteca... 

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

sexta-feira, 8 de junho de 2012

FOTO DAY # 7



Em Busca da BelezaSoam vãos, dolorido epicurista, 
Os versos teus, que a minha dor despreza; 
Já tive a alma sem descrença presa 
Desse teu sonho, que perturba a vista. 

Da Perfeição segui em vã conquista, 
Mas vi depressa, já sem a alma acesa, 
Que a própria idéia em nós dessa beleza 
Um infinito de nós mesmos dista. 

Nem à nossa alma definir podemos 
A Perfeição em cuja estrada a vida, 
Achando-a intérmina, a chorar perdemos. 

O mar tem fim, o céu talvez o tenha, 
Mas não a ânsia da Coisa indefinida 
Que o ser indefinida faz tamanha. 

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

Desejo vos uma feliz Sexta Feira e um optimo Fim de semana... KISS

quinta-feira, 7 de junho de 2012

FOTO DAY # 6


O meu refúgio
Onde encontro tranquilidade e inspiração.
Não canso me de fotografar a Ponte Vasco da Gama.
Maravilhoso este lugar

KISS

Bom Feriado

terça-feira, 5 de junho de 2012

FOTO DAY # 5




Balada de Lisboa
Em cada esquina te vais 
Em cada esquina te vejo 
Esta é a cidade que tem 
Teu nome escrito no cais 
A cidade onde desenho 
Teu rosto com sol e Tejo 

Caravelas te levaram 
Caravelas te perderam 
Esta é a cidade onde chegas 
Nas manhãs de tua ausência 
Tão perto de mim tão longe 
Tão fora de seres presente 

Esta e a cidade onde estás 
Como quem não volta mais 
Tão dentro de mim tão que 
Nunca ninguém por ninguém 
Em cada dia regressas 
Em cada dia te vais 

Em cada rua me foges 
Em cada rua te vejo 
Tão doente da viagem 
Teu rosto de sol e Tejo 
Esta é a cidade onde moras 
Como quem está de passagem 

Às vezes pergunto se 
Às vezes pergunto quem 
Esta é a cidade onde estás 
Com quem nunca mais vem 
Tão longe de mim tão perto 
Ninguém assim por ninguém 

Manuel Alegre, in "Babilónia"

domingo, 3 de junho de 2012

FOTO DAY # 4


Por muito que viaje para fora de Portugal chego a breve conclusão que ainda há tanto para descobrir pela nossa terra e este fim de semana descobri uma das belas zonas que há muito desejava descobrir e achei!

Um pedaço do nosso Douro.
Kiss

Sweet Dreams


sexta-feira, 1 de junho de 2012

AMANTES DO VERÃO



Desejo vos um feliz fim de semana
O meu desafio é postado no meu outro blog os meus momentos...

BJSTOS



quinta-feira, 31 de maio de 2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

AMANTES DO VERÃO....



Estamos na recta final para dar inicio ao desafio do ano...
Estão preparadas??????

Eu já ando em pulgas e  a vibrar!
E voces como se sentem?????

KISS

quinta-feira, 24 de maio de 2012

FOTO # DAY 2



Como sabem adoro fotografar Pantas e Flores, a minha perdicão a nivel fotografico.
Apresento em 1º mão a minha nova amiga da Varanda lá da casa
Lavanda a minha nova Planta
Adoro o seu cheiro e as suas cores.

KISS

quarta-feira, 23 de maio de 2012

FOTO # DAY 1




Estava eu no meu momento de hora do almoço a descontrair com uma bela cigarrada e vejo te ali perdida, molhada e cheia de energia.
Vou buscar  a minha amiga e tirei esta linda foto
Num momento ficaste magnifica com belas gotas de chuva


Até na hora do almoço consigo arranjar inspiração e num clic consguimos captar o que de belo exite ao nosso redor.

KISS

Nice day